22/06/2022 às 10h40min - Atualizada em 22/06/2022 às 10h40min

PC apreende armas que podem ter sido usadas na morte de Anna em Itapemirim

Transexual foi morta em maio

No final da tarde desta terça-feira (21), na cidade de Marataízes, a equipe da 9ª Delegacia Regional de Itapemirim, sob o comando do Dr. Djalma Pereira Lemos, em cumprimento ao mandado judicial de busca e apreensão domiciliar, apreendeu duas armas de fogo, cal. 38 e munições, concluindo assim o inquérito que investiga o assassinato da transexual Anna Maria Max de Souza, ocorrido na madrugada do dia 2 de maio, no bairro Maraguá, em Itapemirim.

As armas apreendidas são suspeitas de serem as mesmas utilizadas no crime, segundo apurações. Os objetos serão encaminhados à perícia técnica da Polícia Civil.

A operação Anna iniciou no dia 2 de maio e resultou no cumprimento de cinco mandados de prisão temporária, convertidas em prisão preventiva e sete mandados de busca e apreensão domiciliar, em dois Estados, contando com a participação das guardas municipais de Itapemirim e Marataízes e a equipe da PC RJ.

De acordo com o delegado Djalma, Anna foi levada pelos assassinos ao local do crime, uma área de invasão, onde vêm ocorrendo vários crime. Lá, ela foi alvo de vários disparos de arma de fogo, abandonada sem documentos e identificação. Depois, através de depoimentos de várias testemunhas e familiares, foi identificado o veículo utilizado pelos suspeitos que levou Anna ao local.

O delegado relatou que no dia do crime Anna ligou para uma pessoa da família e contou que estava saindo com pessoas suspeitas e que estava com medo de ser morta. De fato, foi o último passeio dela, acabou executada a tiros e abandonada no meio do mato no Maraguá. Anna estava morando em uma pousada em Anchieta quando saiu na caminhonete com destino a Itapemirim.
 

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